sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Deixa pra amanhã.

O cansaço de não ser mais o que não somos, a fadiga de ouvir "eu te amo", à espera de algo bom e renovador que não parecem vir.
Boa noite e Bom dia que sustentam a sensibilidade do relacionamento e a conversa simples e fluida na parada do ônibus.
A tua ausência, ausência de preocupação, o teu medo, o medo de assumir, a tua liberdade exacerbada padecem no meu excesso de te querer, que cada vez mais murcha e se abriga na minha falta de paciência.
A calma
A simplicidade
A conversa
O carinho
O desejo
fazem muita falta.
Mas, apesar das nossas controvérsias não existe mais ninguém com quem eu quero encontrar no fim do dia pra dividir as coisas que realmente importam, pra deitar e dizer "boa noite".

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