domingo, 27 de março de 2011
Não penso nada. Apenas olho, mas não vejo. Não quero nada. Aliás, preciso de algo, mas não sei o que quero, e sinceramente tenho preguiça de descobrir o que é isso que necessito e quero... ou talvez seria medo de descobrir... ou até poderia preferir poupar algum stress desnecessário. Na verdade TUDO aos meus olhos agora é desnecessário e inútil. Eu só quero que a vida passe logo.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Apenas mais um de desabafo.
É que chegam esses dias em que você tem tudo mas o tudo é um vazio, o tudo é um nada. O tudo só é tudo quando nós decidimos que ele deve ser tudo e fim. Quem diria, eu que sempre gostei de escrever precebo agora quase chorando em saber que não sei mais me expressar por palavras, e se sei escrevo milhares de coisas sem sentido e que só eu sei o que esses sentimentos relapsos querem de fato representar, esses sentimentos que se passam por aqui e por aí e que acabam se transformando em incógnitas.
O que farei eu se preciso escrever mais do que nunca agora para decidir o meu futuro, eu preciso mesmo voltar a colocar sentimentos em palavras, a digerir idéias e expresar de forma que as palavras andem soltas em meus textos perdidos, a fantasiar meus romances não vividos.
De fato palavras são fascinantes, e eu ando tão obcecada por causa disso que por ironia do destino me pego não sabendo nem acentuar meu próprio nome.
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